5 dicas para reduzir drasticamente os custos da sua empresa

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O orçamento de uma empresa é determinante para o sucesso dela. Se as finanças vão mal, o desenvolvimento do negócio pode estar comprometido e, na frente, pode ser difícil crescer, investir e até dar continuidade nas atividades. Nesse contexto, gestão financeira é sempre o caminho para manter as contas em dia! Mas quando esta não vai bem e gasta-se demais é hora de rever as despesas antes que seja tarde.

 

Como anda a gestão da sua empresa e os gastos totais? A situação financeira apertou? Confira algumas dicas para reduzir custos, sem colocar em risco seu negócio.

 

1 – Estude a saúde financeira da sua empresa

Reduzir custos é uma necessidade, mas que precisa estar amparada por informações consistentes para que seja possível fazer cortes, sem prejudicar as operações da companhia. E só existe uma forma de conseguir isso: reunindo todos os centros de custos da empresa para que cada um possa detalhar despesas indispensáveis e as que podem ser flexibilizadas.

 

É importante, antes de bater o martelo nos cortes, calcular as melhores escolhas. A contratação de alguns serviços, por exemplo, nem sempre é viável, dependendo das necessidades. Em outras situações, terceirizar serviços pode ser bom negócio. Tudo vai depender de saber quanto você gasta em uma situação e quanto gastaria em outra. Essa é a lógica que deve ditar a redução de gastos para que a estratégia tenha bons resultados.

 

2 – Verifique se é possível melhorar os resultados

O que está provocando as dificuldades financeiras da sua empresa? Essa é uma das perguntas mais importantes a serem feitas. Inevitavelmente, os gastos estarão em um nível igual ou acima do faturamento. E quanto a isso, ou se reduz os gastos ou se melhora os resultados. Você já avaliou se é possível aumentar os ganhos? Diversificação de produtos, estimulo às vendas ou maior projeção no mercado podem ter um impacto considerável nos rendimentos.

 

3 – Descubra os pequenos gastos que emperram o orçamento

Consolide um discurso, que tem que estar presente frequentemente nas falas dos gestores e diretores, que promova o uso racional de recursos. Parece bobagem, mas economizar papel, energia, telefone e todo e qualquer gasto, pode, na soma total, resultar em uma redução considerável de custo.

 

Ajuda bastante se você, também, avaliar mecanismos para economizar com telefone e energia, migrando, por exemplo, para pacotes mais vantajosos.

 

4 – Fique atento aos custos com pessoal

Quais são os sinais que vêm do seu departamento de Recursos Humanos? Um dos principais custos de uma empresa é justamente com pessoal. Será que você está tendo o melhor retorno desse investimento? Talvez seja hora de se reunir com a equipe do RH e verificar o rendimento das equipes. Muitas vezes, não é necessário nem fazer demissões. Ajustes, redirecionando cargos ou realocando funcionários entre departamentos pode melhorar a eficiência operacional. Terceirizar algum setor também pode garantir redução de custos. Mas essa é uma opção que precisa ser avaliada com parcimônia. Coloque os custos no papel para verificar se realmente é uma saída rentável. Ao cogitar a possibilidade de demissões também é importante calcular qual será o seu gasto com as dispensas.

 

5 – Invista para lucrar e poupar

Os programas de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) são um bom caminho para fazer dos colaboradores aliados ainda mais fortes da sua empresa. Essa é uma iniciativa, geralmente, bem-sucedida porque a divisão de ganhos só ocorre se os resultados definidos forem alcançados. Ou seja, você define as metas (possíveis de serem alcançadas, claro) e, graças à perspectiva de ganhos por cumprimento, motiva ainda mais os funcionários.

 

Uma vantagem em adotar essa sistemática é que o investimento, de fato, vem depois de alguns meses. Há empresas que fazem o pagamento da PLR semestralmente. Outras, adotam o modelo anual. Assim, você implanta o programa e somente meses depois vai desembolsar a quantia combinada, isso se obtiver os lucros ou resultados definidos. Mas a sua companhia começa a se beneficiar dessa ação imediatamente.

 

Esse tipo de rendimento variável pago aos colaboradores é muito comum para quem trabalha com vendas, mas indústrias e empresas de todos os portes podem alcançar bons resultados. A adesão ao PLR, por exemplo, pode ser um atrativo a mais para companhias que estão com dificuldade para melhorar o salário ou o pacote de benefícios dos funcionários. Por isso, empresas de pequeno e médio porte usam essa opção. Dessa forma, mesmo quando o salário-base não é muito atrativo, a empresa consegue reter talentos e até atraí-los oferecendo a oportunidade de que a cada seis ou 12 meses será paga uma remuneração variável por alcance dos objetivos traçados pela empresa.

 

Além de tudo isso, funcionários motivados são funcionários que tendem a permanecer mais tempo na sua empresa. Você já parou para pensar no quanto gasta (tanto com recursos como com tempo de adaptação) para contratar novos colaboradores? Evitar o turnover (perda de colaboradores para o mercado de trabalho) é, também, uma forma de reduzir custos.

 

Pronto! Agora é hora de recorrer às ferramentas mais importantes de um empreendedor: caneta, papel (ou sistema online, mais prático), calculadora e muito estudo, para colocar as contas em dia.

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